Clima quente! Vazou o que Luís Castro falou no vestiário do Grêmio após derrota na Arena
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Lavagem de roupa suja? O que Luís Castro falou no vestiário do Grêmio após vexame na Arena
O ambiente nos corredores internos da Arena após a dura derrota de virada por 3 a 1 para o Corinthians foi de profunda cobrança, mas também de uma blindagem estratégica. Logo após o apito final, sob o eco das fortes vaias das arquibancadas, o técnico Luís Castro trancou as portas do vestiário, reuniu todo o elenco profissional e assumiu integralmente a responsabilidade técnica pelo mau momento do Grêmio no Brasileirão.
Em um tom de conversa firme, mas sem caça às bruxas, o comandante português cobrou o brio dos atletas pelo apagão tático no segundo tempo, mas tratou de proteger o grupo publicamente. Em uma decisão que dividiu opiniões na torcida, Castro liberou os jogadores para o período de férias antecipadas da Copa do Mundo, ordenando que esquecessem o futebol até a reapresentação oficial no CT Luiz Carvalho, marcada para o dia 16 de junho.
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“Conversamos de forma positiva, sem fugir dos momentos negativos que vivemos. Pedi que deixem o futebol de lado. Nosso caminho até hoje foi muito duro, em termos mentais. Os jogos desgastam muito nisso. Eles não devem ser xingados”, declarou Luís Castro em forte entrevista coletiva, onde nenhum jogador aceitou passar pela zona mista para falar com a imprensa.
Garantido no cargo, mas com prazo implícito da diretoria
Apesar da forte pressão externa e da iminência de passar a pausa do campeonato afundado na zona de rebaixamento, a gestão do presidente Odorico Roman optou por manter o respaldo ao trabalho da comissão técnica. Contudo, nos bastidores, o discurso do “apoio incondicional” já ganhou contornos de cobrança velada: a intertemporada de junho será o prazo limite para o time mostrar evolução tática imediata.
Caso o elenco retorne da pausa para o Mundial de Seleções sem apresentar uma nova postura defensiva e repertório ofensivo consistente nas primeiras rodadas do reinício do torneio nacional, a alta cúpula gremista não hesitará em realizar mudanças profundas no comando do futebol profissional para evitar um desastre maior no segundo semestre.
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“Não contem comigo para desistir”, crava o técnico português
Convicto de que possui as ferramentas necessárias para tirar o Imortal da incômoda 15ª colocação, Luís Castro adotou uma postura extremamente combativa ao ser questionado sobre a possibilidade de entregar o cargo ou pedir demissão devido aos recentes protestos da torcida.
O treinador fez questão de frisar que sua carreira foi construída superando cenários de extrema adversidade e que o momento atual será superado com muito trabalho de campo durante o recesso de quase vinte dias sem jogos:
“Não vou desistir nunca. Sei aceitar as vaias e os elogios. Pode estar um coro na minha volta colocando em dúvida meu trabalho. Nunca me pendurei a nada. Estou aqui pelo meu trabalho. Cresci na minha vida profissional. Passei por momentos muito piores que esse. Não contem comigo para desistir”, enfatizou textualmente o comandante tricolor.
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