Arthur abre o jogo sobre o Grêmio e manda recado sobre Luís Castro: ‘Diferente de 2017
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Arthur revela segredo do Grêmio de 2017 e cita “Painato” em forte comparação com o time atual
Em uma conversa reveladora com o ex-atacante Rafael Sóbis, o volante Arthur, um dos grandes nomes da conquista do Tri da América, abriu o jogo sobre os bastidores daquele time histórico do Grêmio. Para o jogador, o sucesso de 2017 não foi obra do acaso, mas sim o resultado de um longo processo de amadurecimento tático e coletivo.
“Aquele time de 2017 já vinha jogando junto há dois, três anos. A gente começou um trabalho com o Felipão, depois com o Roger, e aí chegou o Renato. Mas os jogadores eram basicamente os mesmos.”
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A herança de Roger Machado
Arthur fez questão de dar os créditos a Roger Machado, destacando a força do trabalho de campo do treinador. Segundo o volante, a evolução tática deixada por Roger foi o alicerce para que o time atingisse o ápice sob o comando de Renato Portaluppi.
“O trabalho de campo dele era muito forte. Aprendi bastante com ele, e aquele time de 2017 também evoluiu muito taticamente com ele”, afirmou Arthur, reforçando a importância da continuidade, algo raro no futebol brasileiro.
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“Painato” e a diferença para 2026
Ao falar sobre Renato Portaluppi, o carinho ficou evidente. Arthur referiu-se ao técnico como “Painato”, ressaltando a relação quase paternal entre o grupo e o comandante. No entanto, o volante fez uma análise lúcida sobre o momento atual do Grêmio, pedindo paciência com o time de Luís Castro.
Para o campeão da América, a grande diferença é que o grupo atual ainda está em formação, apostando em jovens da base e novas contratações, ao contrário do elenco de 2017, que já possuía uma sintonia de anos. O recado de Arthur é claro: o sucesso demanda tempo.