O experiente goleiro Weverton abriu o jogo sobre o atual momento do Grêmio na temporada. Após engatar duas vitórias fundamentais contra Mirassol e São Paulo, o arqueiro tricolor ressaltou que a equipe vive um processo de maturação sob o comando de Luís Castro e que os percalços no Campeonato Brasileiro fazem parte da jornada para recolocar o clube na prateleira de títulos.
O camisa 1 destacou que a evolução do trabalho é visível no dia a dia e que a conquista de uma sequência positiva de resultados é a chave para consolidar a confiança do grupo.
Defesa firme a Luís Castro e papel de liderança
Questionado sobre as pressões sofridas pela comissão técnica nos momentos de oscilação, Weverton foi enfático ao blindar o treinador português. O goleiro reforçou que a responsabilidade dentro de campo é dividida por todo o elenco.
- Responsabilidade dividida: Reafirmou que cobranças por resultados devem ser absorvidas por todo o grupo, e não apenas pelo técnico.
- Liderança no vestiário: Destacou seu papel de orientador e espelho para os atletas mais jovens do elenco tricolor.
- Sintonia no trabalho: Elogiou a relação direta e transparente que mantém com a comissão técnica de Luís Castro.
Clássico Gre-Nal na Copa do Brasil e futuro na carreira
Sobre os dois confrontos decisivos contra o maior rival pelas quartas de final da Copa do Brasil, Weverton encarou o duelo como um divisor de águas na temporada. Para ele, eliminar o Internacional é a chance perfeita de dar uma resposta de peso à torcida e gravar o nome na história do clube.
Aos 38 anos e acumulando a bagagem de ter sido convocado para sua segunda Copa do Mundo, o arqueiro deixou claro que não pensa em aposentadoria tão cedo. Ele afirmou que continuará jogando enquanto mantiver a alta performance, ressaltando que a busca por competir e erguer taças está sempre acima de qualquer questão financeira.
Opinião Copera
Ouvir um líder da prateleira do Weverton falar com tanta clareza é um acento de maturidade que o vestiário do Grêmio precisava. Ele sabe perfeitamente a pressão que carrega a camisa tricolor e não fugiu da responsabilidade ao blindar o Luís Castro e assumir a bronca junto com o grupo.
E sobre o Gre-Nal da Copa do Brasil, o homem no gol falou a língua do torcedor: mata-mata contra o rival é guerra, é oportunidade de fazer história e de mostrar quem manda no Estado. Ter um goleiro cascudo, de nível de Seleção e com fome de taça debaixo das nossas traves é a segurança que a torcida precisa para acreditar que o Tricolor vai forte para buscar essa vaga.
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