O Grêmio acionou a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) após declarações de Alexandre Domenico, presidente da Gaviões da Fiel, principal torcida organizada do Corinthians. As manifestações foram interpretadas como possíveis ameaças à arbitragem.
O Tricolor solicita providências para reforçar a segurança dos árbitros nos próximos compromissos do Corinthians. Entre os pedidos estão a adoção de escolta policial, a investigação do conteúdo publicado e o encaminhamento do episódio à Justiça Desportiva.
Grêmio pede medidas de segurança para a arbitragem devido a ameaças da Gaviões
A preocupação apresentada pelo clube envolve a proteção dos profissionais responsáveis pela condução das partidas. O Grêmio quer que sejam avaliados mecanismos para evitar possíveis situações de intimidação contra os árbitros nos próximos jogos da equipe paulista.
Além das medidas de segurança, o Tricolor solicita que o caso seja analisado pelas instâncias competentes do futebol brasileiro.
Clube pede avaliação de jogos do Corinthians sem a Gaviões
Outro ponto apresentado pelo Grêmio é a possibilidade de o Corinthians disputar partidas como mandante sem a presença de público. O clube gaúcho pede que essa alternativa seja avaliada diante da gravidade atribuída às declarações.
A solicitação não significa que uma punição já tenha sido determinada. O pedido depende de análise das autoridades responsáveis e dos procedimentos previstos na legislação desportiva.
CBF também aciona o Ministério Público
A iniciativa do Grêmio ocorre em meio à movimentação da própria CBF. A entidade também acionou o Ministério Público de São Paulo e solicitou a investigação do episódio.
O caso, portanto, poderá ser analisado tanto na esfera judicial quanto na Justiça Desportiva. Até que haja uma decisão das autoridades, não existe confirmação de sanção ao Corinthians.
A opinião do Grêmio Copero Histórico
A segurança da arbitragem precisa ser tratada com seriedade. Declarações que possam ser interpretadas como ameaças não devem ser ignoradas, independentemente do clube ou da torcida envolvidos.
O futebol brasileiro precisa garantir que árbitros possam trabalhar sem intimidação. Cabe às autoridades investigar os fatos, avaliar as responsabilidades e tomar as medidas cabíveis, sempre respeitando o devido processo.
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