O atacante Cristian Pavón deu uma resposta rápida e importante no momento em que a pressão aumentava na Arena. Sendo o grande nome das vitórias recentes contra Mirassol e São Paulo, o gringo voltou a assumir a responsabilidade e relembrou a todos o tamanho da aposta financeira feita pela diretoria para a sua chegada.
Além da bolada desembolsada para sua compra em definitivo junto ao Atlético-MG, os vencimentos do atleta chegam à casa dos R$ 850 mil mensais, conforme apurado pelo Portal do Gremista. O montante coloca o atacante no topo da folha salarial tricolor.
Contratado a peso de ouro para o setor ofensivo
A engenharia financeira para trazer o ponta argentino exigiu um cofre cheio. O Tricolor investiu US$ 4 milhões (cerca de R$ 20 milhões na época) para adquirir 85% dos seus direitos econômicos junto ao clube mineiro, que manteve a fatia restante.
Quando se coloca na ponta do luto a taxa de transferência somada aos vencimentos fixos, a operação Pavón se consolida como um dos projetos mais caros do planejamento gremista nos últimos anos.
Quanto o atacante custa por ano ao Grêmio?
Embora o clube mantenha a política de não detalhar publicamente os holerites do elenco, as estimativas apuradas indicam que a manutenção de Pavón gira na casa de R$ 10,2 milhões anuais apenas em folha de pagamento.
- Vencimento mensal: Cerca de R$ 850 mil.
- Composição: O valor costuma englobar direito de imagem, luvas diluídas e metas de produtividade.
Reação rápida e protagonismo sob o comando de Luís Castro
A cobrança sobre o rendimento do gringo era alta por conta dos números do seu contrato, mas as atuações recentes voltaram a empolgar. Na Copa do Brasil, foi dele a cobrança de falta perfeita que furou o bloqueio do Mirassol por 1 a 0 e carimbou a vaga nas quartas.
Pouco tempo depois, o atacante repetiu a dose com outra bola parada magistral, liderando a virada por 2 a 1 sobre o São Paulo e dando fôlego extra à equipe no Brasileirão.
Contrato longo e o futuro na Arena
Com vínculo assinado até o fim de 2026, Pavón entra em uma fase crucial da sua passagem por Porto Alegre. Se mantiver o nível decisivo e a constância nessas partidas de peso, o argentino tem tudo para transformar o alto investimento em retorno esportivo imediato.
Opinião Copera
A conta do futebol moderno não tolera coadjuvante caro. Jogador que recebe quase um milhão de reais por mês e custa 20 milhões aos cofres do clube precisa decidir jogo grande, e ponto final. Não dá para aceitar atleta desse patamar sumido em partidas menores ou oscillando no banco de reservas.
A resposta que o Pavón deu contra Mirassol e São Paulo é o padrão mínimo que a torcida tricolor exige de quem veste essa camisa com esse patamar salarial. Se mantiver a pegada, guardar as bolas paradas decisivas e entregar a raça gringa que o mata-mata pede, o investimento se paga com taças e vaga no topo. Caso contrário, a cobrança nas arquibancadas vai vir exatamente na mesma proporção do contracheque.
