Grêmio recusa investida por Memphis Depay após saída do Corinthians

Livre no mercado de transferências após não renovar seu vínculo contratual com o Corinthians, o atacante holandês Memphis Depay teve seu nome oferecido a gigantes do futebol brasileiro. No entanto, a resposta vinda de Porto Alegre e de outros grandes centros do país foi negativa.

De acordo com informações divulgadas pelo jornalista Samir Carvalho, a diretoria do Grêmio recusou a possibilidade e optou por nem sequer abrir conversas formais com o estafe do atleta de 32 anos.

Recusas em série no mercado nacional por Memphis Depay

Os agentes do jogador holandês vêm buscando alternativas para a manutenção de Memphis no futebol sul-americano. Contudo, os altos custos financeiros e o perfil do atleta fizeram com que os principais clubes abordados recuassem de imediato.

Além do Tricolor Gaúcho, Flamengo e Palmeiras também demonstraram desinteresse em iniciar negociações:

“O Memphis está sendo oferecido pelo seu staff para vários clubes do futebol brasileiro e todos estão recusando. O Grêmio não quis nem abrir conversas. O Flamengo não quis nem abrir conversas e ainda há uma situação do Palmeiras que mandou avisar de longe que não quer”, detalhou o jornalista Samir Carvalho.

Cenário financeiro e prioridades da direção

A postura firme da alta cúpula gremista reflete a readequação financeira implementada no CT Luiz Carvalho, somada às lições recentes com folhas de pagamento inflacionadas por medalhões veteranos.

Com a busca por atletas de maior intensidade e menor custo de manutenção para o elenco comandado pelo técnico Luís Castro, a contratação de um nome nos moldes salariais de Depay foi completamente descartada pelos dirigentes tricolores.

Opinião Copera

A postura da diretoria do Grêmio em sequer abrir conversas com o estafe do Memphis Depay merece aplausos em praça pública. O Grêmio precisa de jogadores comprometidos, com intensidade física e salários dentro da realidade do clube, e não de mais um medalhão com vencimentos astronômicos para atuar de vez em quando.

A experiência recente com nomes caríssimos que não entregaram o retorno esperado dentro de campo precisa servir de lição definitiva. Recusar aventuras financeiras por nome grifado mostra responsabilidade com o futuro da instituição. O foco do futebol tem que ser atletas famintos por vitórias e que corram os 90 minutos com a camisa tricolor. Bola dentro da direção!

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